Enquanto um perde força e se isola, o outro articula nos bastidores e ganha espaço na disputa por 2026.
No xadrez político da Paraíba, os movimentos recentes têm deixado cada vez mais claro quem está perdendo e quem está avançando no tabuleiro. De um lado, Adriano Galdino enfrenta ventos contrários, com um isolamento cada vez mais evidente. Do outro, Hugo Motta atua com precisão estratégica, pavimentando o caminho para o nome do pai, Nabor Wanderley, ao Senado Federal.

A cada dia que se passa, o republicanos já fez a sua escolha do nome que irá representar o partido na chapa majoritária.
Galdino, que há pouco tempo sonhava alto, agora lida com a resistência dos próprios aliados. O PT já deu sinais claros de que não está com ele. O Republicanos, seu partido, permanece em silêncio — um silêncio que pesa. O presidente da Assembleia Legislativa, antes uma das principais figuras do cenário estadual, hoje tenta manter a relevância em meio à perda de espaço e articulação.
Enquanto isso, Hugo Motta adota uma postura oposta. Sem alarde, tem fortalecido sua base, consolidado alianças e apresentado Nabor como um nome viável e competitivo para a corrida ao Senado em 2026. A família Motta, tradicional na política paraibana, aposta em um projeto que une experiência, apoio político e capacidade de articulação.

Com trânsito livre em Brasília e influência crescente nos bastidores da política estadual, Hugo mostra que não é apenas um deputado federal em ascensão — é também um articulador com planos bem definidos para o futuro do grupo político que representa.
A diferença entre os dois movimentos é clara: enquanto Adriano Galdino parece remar contra a maré, lutando para manter-se relevante em meio à desorganização da base e à falta de apoio explícito, Hugo Motta navega com o vento a favor, construindo com calma e estratégia uma candidatura sólida para o Senado.
O jogo de 2026 já começou — e, por ora, está ficando evidente quem soube se posicionar.



